Atitudes familiares no processo de doação e transplante de órgãos: revisão integrativa

  • Amanda Correa de Siqueira UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
  • Larissa Sousa Oliva Brun UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
  • Allana de Lacerda Uzeda UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
  • Maithê Goulart UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
  • Fernanda Góes UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
  • Fernanda Maria Vieira Pereira-Ávila UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Palavras-chave: Transplante de Órgãos, Doadores de Tecidos, Obtenção de Tecidos e Órgãos

Resumo

Objetivo: identificar na literatura científica fatores relacionados às atitudes familiares no processo de doação e transplante de órgãos. Métodos: revisão integrativa realizada em julho de 2020, em cinco recursos informacionais, por meio de combinações entre os descritores “transplante de órgãos”, “doadores de tecidos” e “obtenção de tecidos e órgãos”, em suas versões português e inglês. Resultados: catorze artigos compuseram amostra final, nos quais se verificou que os fatores que dificultam o processo de transplante estão relacionados, principalmente, à dor física e sentimento de medo, preocupação com a mutilação do corpo do mesmo, e ainda aspectos religiosos e culturais, receio de corrupção, desconhecimento sobre o processo e desconfiança do diagnóstico médico de morte encefálica. Contudo, destacaram-se como fatores que influenciam positivamente o processo, educação e conscientização da população, capacitação profissional, bom diálogo e respeito com as famílias e instituições bem estruturada.  Conclusão: a decisão quanto à doação de órgãos é tangenciada por distintos fatores que influenciam positivamente ou negativamente todo o processo, o que gera impacto direto no número de doadores e na fila de espera para transplantes.

Biografia do Autor

Amanda Correa de Siqueira, UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Graduanda em Enfermagem pela Universidade Federal Fluminense (UFF), início em 2018. Atualmente monitora bolsista das disciplina fisiologia e premiada em 1º lugar da seção CIÊNCIAS AGRÁRIAS E CIÊNCIAS BIOLÓGICAS II na XXII Semana de Monitoria da UFF de 2019. Membro integrante do Laboratório de Pesquisa, Práticas e Ensino Simulado em Enfermagem (LAPESE).

Larissa Sousa Oliva Brun, UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Graduanda em Enfermagem pela Universidade Federal Fluminense, início em 2017. Monitora voluntária das disciplinas de Histologia I e II, 2019. Monitora bolsista da disciplina de Histologia I, 2020. Membro integrante do Laboratório de Pesquisa, Práticas e Ensino Simulado em Enfermagem (LAPESE)

Allana de Lacerda Uzeda, UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Graduanda em Enfermagem pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Monitora Voluntária da disciplina de Anatomia I, 2020. Membro integrante do Laboratório de Pesquisa, Práticas e Ensino Simulado em Enfermagem (LAPESE)

Maithê Goulart, UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Possui graduação em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Alfredo Pinto da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2010), Especialização em Enfermagem do Trabalho pela Universidade Gama Filho (2012), Mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2012), Doutorado em Enfermagem e Biociências pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2016). Atualmente é Professor Adjunto do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal Fluminense - Campus Universitário de Rio das Ostras. Exerce o ensino na graduação, orienta e desenvolve projetos na área de biossegurança, saúde do trabalhador, semiologia e semiotécnica na enfermagem e práticas de ensino simuladas. É vice-coordenadora do Laboratório de Ensino de Enfermagem da Universidade Federal Fluminense - Campus Universitário de Rio das Ostras. Integrante do Laboratório de Pesquisa: Enfermagem, Tecnologias, Saúde e Trabalho (UNIRIO). Líder do Laboratório de Pesquisa, Práticas e Ensino Simulado em Enfermagem - LAPESE.

Fernanda Góes, UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2003), Especialização em Enfermagem Pediátrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2006), Mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2007), MBA Executivo em Saúde na COPPEAD pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008) e Doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2013). É Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem de Rio das Ostras da Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem Pediátrica, atuando principalmente nos seguintes temas: enfermagem, educação em saúde, criança, recém-nascido e processo de alta.

Fernanda Maria Vieira Pereira-Ávila, UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Possui graduação em Enfermagem pela Unifenas (2007). Especialização em Urgência, Emergência e Terapia Intensiva pela Universidade de Ribeirão Preto (2010). Especialização em Formação Docente em Educação Profissional na Área da Saúde pela Fiocruz (2011). Mestrado em Ciências pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - USP (2011). Doutorado em Ciências pelo Programa Interunidades de Doutoramento em Enfermagem - EERP/USP (2015). Líder do grupo de pesquisas Laboratório de Pesquisa, Práticas e Ensino Simulado em Enfermagem - LAPESE da Universidade Federal Fluminense. Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem de Rio das Ostras da Universidade Federal Fluminense - UFF. Atuação na área de Semiologia e Semiotécnica aplicada à Enfermagem na saúde do adulto e idoso e experiencia na temática de doenças infecciosas sobretudo na avaliação da adesão de profissionais de saúde às medidas precauções-padrão com ênfase na segurança do profissional e do paciente.

Publicado
2021-02-01
Como Citar
1.
de Siqueira A, Brun L, Uzeda A, Goulart M, Góes F, Pereira-Ávila FM. Atitudes familiares no processo de doação e transplante de órgãos: revisão integrativa. REAID [Internet]. 1fev.2021 [citado 28fev.2021];95(33):e-21014. Available from: http://revistaenfermagematual.com/index.php/revista/article/view/958
Seção
ARTIGO DE REVISÃO