Tratamento de úlceras diabéticas com fator de crescimento epidérmico: relatos de caso

Tratamento de úlceras diabéticas com fator de crescimento epidérmico: relatos de caso


Bianca Campos Oliveira

Beatriz Guitton Renaud Baptista de Oliveira

Fernanda Pessanha

Gabriela Deutsch

Selma Rodrigues de Castilho

 

RESUMO:

Objetiva-se descrever o processo de cicatrização de pacientes com úlceras diabéticas tratadas com fator de crescimento epidérmico recombinante humano (rhEGF), e a colonização por Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa. Estudo de casos de pacientes com úlceras diabéticas tratadas com rhEGF acompanhados ambulatorialmente em um hospital universitário. A coleta de dados ocorreu entre abril e agosto de 2017, com a obtenção de características clínicas, incluindo mensuração das áreas e registros fotográficos das lesões, bem como, coleta de material biológico por swab. A análise de dados foi feita por estatística descritiva. O cálculo da taxa apontou 100% de cicatrização no paciente 1 e 30% no paciente 2. Em relação ao tecido presente no leito da ferida, nota-se um aumento do tecido de granulação e epitelização e uma diminuição do tecido de esfacelo. Quanto ao exsudato, houve uma redução na quantidade presente na ferida ao fim do estudo. Não foram observados sinais clínicos de infecção nas feridas, os resultados das análises microbiológicas indicaram que a colonização microbiana por S. aureus e P. aeruginosa manteve-se no paciente 1 e foi minimizada no paciente 2. Concluise que a aplicação do rhEGF foi favorável na cicatrização de úlceras diabéticas e no controle microbiológico.

 

PALAVRAS CHAVES:

Pé Diabético; Fator de Crescimento Epidérmico; Staphylococcus Aureus; Pseudomonas Aeruginosa; Enfermagem.

<< PDF >>